Só deves dizer o que pensas; só deves pensar o que dizes. DeRose
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O ocidental tem um interesse muito grande pelo tema chakras e kundaliní. No entanto, as informações erradas (por falta de fontes sérias de estudo) e as versões fantasiosas (por questões de mero devaneio), são as mais popularizadas. Então, esqueça tudo o que você leu a respeito. Vamos começar de novo.
Chakra significa roda ou círculo. Chakras são centros de captação, armazenamento e distribuição do prána, a energia vital. Chamam-se de rodas ou círculos por ser vórtices de energia - e, como tal, circulares - localizados nas confluências e bifurcações das nádís. São redemoinhos, como os que se formam nos rios. Talvez, não por coincidência, nádí signifique rio, corrente ou torrente. Os chakras também podem ser chamados poeticamente de padmas, ou lótus. Geralmente esta segunda denominação é utilizada também para evitar a excessiva repetição da palavra chakra.
Existem chakras principais e secundários. Os chakras principais são representados esquematicamente por desenhos de lótus vistos de cima, com um número variável de pétalas abertas. Essas pétalas são representações simbólicas do número de nádís primárias que partem de cada respectivo chakra para distribuir sua energia por outros chakras e por todo o corpo.
Os chakras básicos dão origem a todos os demais chakras, denominados secundários, através da rede de vascularização pránica, que são as nádís. De cada chakra principal, partem algumas correntes (nádís) para distribuir o prána pelos chakras secundários. Há um número indeterminado de chakras secundários no corpo humano. Só nas palmas das mãos temos cerca de 35 em cada. Assim, quando procedemos aos mantras, marcando o ritmo com palmas, estamos estimulando nada menos que 70 pequenos chakras através do atrito. O atrito gera energia térmica e eletricidade estática, manifestações de prána.
Extraído do livro Chakras, Kundaliní e poderes paranormais, do Mestre DeRose